Em breve a Apple conseguirá fazer a bateria do seu MacBook durar muito mais tempo

A bateria é um dos componentes essenciais nos dispositivos hoje em dia. Computadores ou smartphones precisam de ter este componente com a melhor gestão para assim darem mais aos utilizadores em todos os momentos.

Com todos os esforços que tem desenvolvido, a Apple procura retirar mais dos seus equipamentos, procurando ter a melhor gestão possível. A provar isso estará uma novidade que surgirá em breve. Tudo aponta para que a bateria do seu MacBook poderá durar ainda mais tempo. 

Uma novidade da Apple para os MacBook

Não é novidade que a Apple se foca muito na gestão de energia dos seus equipamentos. Os sistemas operativos estão otimizados para garantir os menores consumos e energia em todos os momentos e assim aumentar a utilização destes.

Para melhorar ainda mais esta componente, a Apple terá uma novidade a ser desenvolvida para o macOS. Chamada “Battery Health Management”, esta irá procurar otimizar os consumos de energia, de forma diferente do que tem usado.

Ao contrário do que faz agora, com o macOS dedicar-se a controlar a forma como as apps consumem energia, a Apple irá mudar de abordagem. Irá olhar para a forma como o carregamento é feito e para os níveis de temperatura.

Apple bateria MacBook carregamento energia

Com essa informação irá conseguir detetar padrões para poder agir no próprio carregamento. Assim, irá conseguir agir sobre a forma como a bateria dos MacBook irá envelhecer quimicamente, garantindo assim que estas têm uma vida útil maior.

A novidade deverá chegar com o macOS Catalina 10.15.5, que é esperado que surja mais tarde em 2020. Esta opção irá estar ativa após instalação, devendo ser desligada nas Definições por quem não pretenda usar a novidade.

No iOS está já presente uma funcionalidade semelhante. Chama-se carregamento otimizado e aprende a forma como os utilizadores carregam o smartphone. Desta forma consegue manter a bateria menos tempo com a carga máxima e assim evita o envelhecimento químico.

Fonte: Ppware

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iPhone 12 Pro Max só para outubro? E esta semana, sempre chega o iPhone SE 2020?

  • Publicado em iPhone

O mundo está a mudar, já deram conta de certeza. Contudo, as empresas trabalham para quando a vida voltar a uma espécie de normalidade. Certo é que as datas que conhecíamos este ano vão mudar, estão já a mudar. Há informações que dizem que a Apple só irá apresentar o novo iPhone 12 em outubro, algo que nunca aconteceu. Os problemas de fabrico estão obrigar a empresa de Cupertino a mudar a estratégia.

Segundo um analista de uma empresa chinesa de investigação, GF Securities, o lançamento do modelo iPhone 12 de pelo menos 6,7 polegadas pode ser adiado, devido à pandemia do coronavírus.

Imagem de conceito do novo iPhone 12 Pro Max

 

 

Apple poderá fazer apresentações do novo iPhone 12 Pro Max só em outubro

Num novo relatório de investigação, o analista Jeff Pu afirma que a atual fase de desenvolvimento do iPhone 12, “EVT” ou “Engineering Verification Test”, pode ter sido prolongada por duas semanas até ao final de abril, para o modelo de 5,4 polegadas e 6,1 polegadas do iPhone 12, e até meados de maio para o modelo de 6,7 polegadas do iPhone 12.

Assim, poderá haver ainda uma possibilidade para que os modelos iPhone 12 de 5,4 polegadas, iPhone 12 de 6,1 polegadas e iPhone 12 Pro de 6,1 polegadas sejam lançados em setembro, seguindo-se o lançamento do modelo iPhone 12 Pro Max de 6,7 polegadas, em outubro. A Apple escalonou o lançamento de novos modelos de iPhone em 2017 e 2018 também, mas parece estranho que a Apple escalonasse o lançamento dos modelos iPhone 12 Pro.

Esta não é a primeira vez que ouvimos falar da possibilidade de o lançamento do iPhone 12 ser adiado. Já em março, um relatório tinha afirmado que o lançamento dos seus iPhones 5G poderiam ser adiados por vários meses devido à pandemia da COVID-19, uma vez que afetou a procura global e perturbou a cadeia de abastecimento da empresa.

Imagem de rumor da nova linha de iPhones da Apple

 

5G no novo iPhone 12 parece estar no caminho

No entanto, outro relatório refutou esta alegação, citando os fornecedores de Taiwan da Apple, segundo os quais o lançamento do iPhone 5G estava no bom caminho. Informações partilhadas pelo Bloomberg, que citam “pessoas familiarizadas com o assunto”, também referem que o lançamento do iPhone 12 5G ainda está agendado para setembro.

Portanto, pela conjuntura, não surpreenderá que a Apple adie os lançamentos do iPhone 12 para outubro, dada a situação atual. Na verdade, lançar ao mundo produtos novos e ter o seu maior mercado, o americano, em estado de profunda crise poderá ser contraproducente!

Além dos atrasos no hardware, fala-se igualmente em atrasos no lançamento do iOS 14. A grande atualização do sistema operativo deverá estar a ter atrasos. Este é o sistema que virá pré-instalado no iPhone 12. A Apple anunciou que a WWDC 2020, o maior evento do ano, será um evento apenas online devido à pandemia do coronavírus.

De acordo com rumores, os modelos iPhone 12 Pro Max de 6,7 polegadas e iPhone 12 Pro de 6,1 polegadas serão dispositivos OLED de gama superior com câmaras de tripla lente, enquanto os modelos iPhone 12 de 5,4 e 6,1 polegadas serão iPhones de gama inferior com câmaras de dupla lente e uma etiqueta de preço mais acessível. Espera-se que todos os modelos iPhone 12 apresentem ecrãs OLED e suportem 5G.

Esta semana, haverá novidades do iPhone SE 2020?

Segundo o analista da empresa chinesa, é esperado que esta semana a Apple lance o tão aguardado iPhone SE 2 (ou iPhone 9). O novo iPhone SE deverá ter um ecrã de 4,7 polegadas, Touch ID, chip A13, 3GB de RAM, e até 256GB de armazenamento. Espera-se que a Apple preze o novo modelo de nível de entrada por 399 dólares (provavelmente em Portugal poderá rondar os 489 euros).

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Apple TV+ agora disponível gratuitamente para não assinantes

A empresa de Cupertino lançou ano passado o seu serviço Apple TV+. Este produto de streaming de vídeo do ecossistema Apple tem uma mensalidade de 4,99 euros e permite um acesso a um catálogo variado de conteúdos.

Contudo, nestes tempos de confinamento, a Apple resolveu libertar ao mundo algumas séries também para quem não é assinante.

Imagem ipad Pro com Apple TV+

Conforme refere a empresa, a serviço de streaming de vídeo inclui histórias originais das mentes mais criativas da indústria da televisão e do cinema. Assim, nesta altura de pandemia, a empresa de Cupertino resolveu abrir os conteúdos a mais utilizadores Apple, aqueles que não têm assinatura mensal deste serviço.

A oferta começou nos Estados Unidos no passado dia 9 deste mês, mas agora chegou também a mais 100 países, entre eles Portugal.

Imagem série Apple TV+

 

Qual o catálogo gratuito?

A Apple não abriu ao mundo todo o seu catálogo. A empresa escolheu um leque diversificado. A saber:

Séries:

Séries infantis:

Documentários:

Para ter acesso aos episódios, basta ligar-se através do seu ID Apple na app TV no iPhone, iPad, Apple TV ou smart TV compatível, ou até mesmo pelo navegador do computador neste endereço:

Apple TV+

Se precisar de ajuda a usar o serviço, ligue, SMS ou Whatsapp para 935 830 894.

Equipamentos compatíveis com o Apple TV+

  • iPhone ou iPod touch com iOS 12.3 ou posterior;
  • iPad com tvOS 12.3 ou posterior;
  •  Apple TV 4K ou Apple TV HD com tvOS 12.3 ou posterior;
  • Apple TV (3ª geração) com a atualização de software mais recente;
  • Smart TV compatíveis:
    • Samsung: FHD/HD séries 4 e 5 2018
    • QLED série 4K Q6, Q7, Q8 e Q9 2018/2019
    • QLED Séries 8K e Q9 2019
    • The Frame 2018/2019
    • The Serif 2019
    • UHD 6, 7e 8 2018/2019
  • Macs com macOS Catalina;
  • Smart TVs com AirPlay 2

Portanto, se é utilizador Apple e quer ver estas séries disponíveis, sem pagar nada, usufrua desta oferta. Boa Páscoa.

FONTE: Pplware

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Falta de espaço no iPhone? Dê uma limpeza no WhatsApp

  • Publicado em iPhone

Se tem um iPhone com pouca memória de armazenamento certamente que já recebeu alguns avisos a alertar para o facto de estar a ficar sem espaço. Nesse momento uma das primeiras soluções é apagar alguma app menos usada. No entanto, antes de apagar o quer que seja, espreite o WhatsApp para ver se consegue libertar algum (muito) espaço.

WhatsApp

Se usa o WhatsApp como plataforma de comunicação no iPhone e está a ficar sem espaço de armazenamento então é hora de fazer uma limpeza. Além das conversações, esta plataforma guarda também as fotografias recebidas, GIFs, vídeos, localizações, etc.

Como remover informação do  WhatsApp no iPhone?

Para conseguirem libertar espaço do iPhone através da app WhatsApp devem abrir a app e ir a Definições. Em seguida devem carregar em Dados e armazenamento.

Em seguida vejam qual o contacto ou grupo para o qual pretendem apagar informação. Depois de selecionado o contacto/grupo, carreguem em Gerir.

 

Por fim basta carregar em Gerir… e em seguida escolher que tipo de conteúdos pretendem apagar e assim libertar espaço do equipamento.

E está feito! Se pretenderem apagar conteúdos isolados devem fazê-lo na própria conversa.

Esta é uma forma simples de libertarem espaço no vosso iPhone. Não se esqueçam que podem sempre fazer backup da informação antes de apagarem, isto porque, por exemplo, no caso das fotografias estas encontram-se na Galeria.

 

Fonte: Pplware

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Apple: iPhone é considerado o smartphone mais seguro

  • Publicado em iPhone

O iPhone é considerado por muitos o smartphone mais seguro que existe. Um dos fatores que leva muitos entendidos a afirmar isto são as atualizações regulares que a Apple envia para os seus smartphones e o controlo apertado das aplicações que são submetidas para a App Store. Mas será que existem dados que o provam?

Uma análise levada a cabo pela SecurityLab concluiu que a Apple é a empresa que apresenta melhores resultados quando se fala de atualizações de segurança de sistemas operativos móveis. Já nos smartphones Android, apenas duas conseguiram pontuações aceitáveis.

iPhone segurança

iPhone é o mais seguro

A empresa de segurança SecurityLab serviu-se da sua conta de Twitter para revelar uma tabela que examina e mostra os resultados relativamente a quatro fatores bastante importantes:

  • O máximo de tempo que levou a ser disponibilizada uma atualização depois de ter sido descoberta uma vulnerabilidade
  • O tempo máximo que o update levou a estar disponível para toda a gente
  • Se o update podia ser instalado, independentemente da operadora de telecomunicações escolhida
  • Quantidade de tempo durante a qual o dispositivo recebe atualizações de segurança

Tabela de níveis de segurança dos smartphones

Como pode observar na tabela, a Apple recebeu cor verde em todas as categorias. Assim, a marca da maçã provou ser das empresas que leva menos tempo para disponibilizar uma atualização de segurança (apenas dias), todos os updates estão disponíveis em todo o mundo num espaço de tempo de 24 horas e as atualizações podem ser instaladas independentemente das operadoras de telecomunicações.

Atualização iPhone

Para além de tudo isto, a Apple oferece suporte e atualizações de segurança para todos os seus dispositivos durante cinco anos; com a exceção do iPhone 5C que apenas recebeu atualizações de segurança durante quatro anos.

 

Android ficou mais atrás…

No lado do Android, os resultados não se mostraram tão positivos, ao contrário do que acontece no mundo Apple. A Essencial Phone e a Google foram as únicas fabricantes a ter uma pontuação relativamente alta, apesar de ambas as marcas estarem dependentes de operadoras para entregar as atualizações de segurança aos utilizadores da marca. Isto significa que, possíveis vulnerabilidades que devem ser eliminadas em poucos dias, chegam a demorar meses para serem resolvidas. Além disso, tanto a Essencial Phone como a Google apenas enviam atualizações de segurança durante um período de três anos.

Atualização Android

A líder de mercado Samsung não ficou nada bem vista com os resultados apresentados por este estudo, tendo ficado para lá do meio da tabela. Em todas as categorias recebeu as cores laranja ou vermelho. Os updates de segurança mais rápidos foram medidos em semanas e não em dias, sendo que em alguns dispositivos chegaram a demorar meses. Mais, a Samsung apenas oferece atualizações de segurança durante um período entre 2.5 e 1 anos.

 

Conclusão

Hoje em dia, os smartphones são o “computador pessoal” de muita gente e, reparando bem, grande parte da população tem, nestes dispositivos, muita informação que não deve ser partilhada com ninguém. Existem conversas privadas, informação bancária e, em alguns casos, dados de saúde. Deste modo, a segurança dos smartphones deve ser uma prioridade para todas as fabricantes.

Com estes resultados, a Apple mostrou, mais uma vez, que pretende manter os seus dispositivos em segurança e preservar a confiança de todos os utilizadores de iOS.

"We see that privacy is a fundamental human right that people have. We are going to do everything that we can to help maintain that trust."

Tim Cook

 

Fonte: Pplware

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iPhone é o equipamento que sofre menos ataques de malware

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A segurança dos sistemas operativos é um tema recorrente e que está sempre presente no dia-a-dia. Se muitos julgam estar protegidos, a verdade é que estão expostos e muitas vezes até já com malware presente e a causar estragos.

Um estudo da Nokia revelou agora quais os sistemas que estão mais expostos ao malware e quais os que foram efetivamente infetados. Os resultados acabam por ser óbvios e colocam o iPhone como um dos menos afetados.

iPhone

O Nokia Threat Intelligence Report deste ano revelou, mais uma vez, quais os principais sistemas expostos a ataques, confirmando o que há já vários anos sabemos.

O iPhone foi o equipamento que menos infeções de malware teve

O pódio dos das infeções por malware pertence, com grande vantagem, ao sistema operativo móvel da Google, que com 68,5% das ameaças a serem dirigidas a si é o sistema que se mostra mais interessante para os atacantes. O histórico de problemas e de falhas tornam-no como o alvo preferido e o que, provavelmente, terá maiores taxas de sucesso.

De seguida temos presente outro conhecido desta área e que durante vários anos esteve também no topo. Falamos do Windows e dos seus 27,96% de infeções conseguidas.

iPhone Android malware

Claro que a pergunta seguinte e também ela óbvia é onde ficou o sistema operativo da Apple, e em especial o do iPhone. Este sistema ficou no terceiro lugar, englobado numa categoria mais vasta e que continha outros sistemas. O iOS, e os restantes sistemas, apenas tiveram 3,54% de infeções bem-sucedidas.

A origem dos problemas no Android

Mais uma vez a Nokia confirmou o óbvio ao revelar que a principal fonte de infeções no Android vem de aplicações oriundas de fora da loja de apps da Google. A própria Play Store tem casos recentes de apps com malware que também acaba por chegar aos utilizadores.

 

Mesmo mostrando o que já todos sabíamos, o estudo da Nokia vem confirmar e reforçar que o Android precisa de elevar os seus padrões de segurança e que o iPhone consegue manter-se quase incólume e sem problemas.

 

Fonte: Pplware

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iPad Pro 2018: Novo Processador A11X Bionic com 8 núcleos

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Depois de a Apple ter lançado o iPhone X, que representa uma grande mudança de design relativamente aos iPhones do passado, os fãs da marca da maça estão curiosos por saber de que forma o resto da linha de produtos da Apple vai mudar.

Já há algumas imagens de conceito a rolar na Internet mas a Apple tem sempre a última palavra e poderá trazer algumas boas novidades também para este segmento.

Possível imagem do iPad Pro 2018

No inicio desta semana, uma fonte próxima da Apple forneceu algumas informações acerca do próximo iPad Pro. Venha conhecer todos os pormenores.

 

Um poderoso processador…

De acordo com os rumores que tem vindo a circular, a Apple irá investir seriamente nos processadores que serão incluídos no próximo iPad Pro, cujo lançamento se deverá realizar no próximo ano. Assim, deveremos ver um processador Octa-Core com transístores de 7nm.

Este será, sem dúvida, o processador mais rápido e mais eficiente que a Apple alguma vez desenvolveu. Se as informações fornecidas forem verdade, o novo processador terá 3 núcleos de alta performance e 5 núcleos para eficiência. Para além disso, deverá ter o processador de movimento M11 e uma rede neuronal responsável por executar tarefas que tiram partido de Inteligência Artificial, nomeadamente o Face ID.

Se a Apple seguir a mesma lógica da nomenclatura dada no passado, o novo processador deverá ter o nome de A11X Bionic.

 

Face ID no novo iPad Pro…

Seguindo a mesma tendência do iPhone X, a próxima geração do iPad Pro não deverá ter botão Home. Deste modo, espera-se que a Apple passe a utilizar o novo Face ID como método de autenticação no novo iPad.

Para além disso, o próximo tablet da Apple deverá ter bordas muito finas. Apesar disso, os últimos rumores apontam para que a Apple mantenha o mesmo ecrã presente na atual geração do iPad Pro, ao invés de adotar a tecnologia OLED do iPhone X.

 

Conclusão…

O novo iPad Pro só deverá ser apresentado a partir do segundo trimestre do próximo ano. Para além de todas as novidades referidas acima, o próximo tablet da Apple poderá incluir novas câmaras e abrir portas para o surgimento de um novo Apple Pencil.

 

Fonte: Pplware

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Apple apresentará o iPhone 8 no dia 12 de setembro?

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Está por dias e há cada vez mais certezas do aspeto, das tecnologias e das mudanças de estratégias que a empresa de Cupertino tem em mente para o novo iPhone 8.

Segundo a publicação Mac4Ever, a Apple planeia apresentar o iPhone 8, iPhone 7s e iPhone 7s Plus já no próximo dia 12 de setembro.

Tudo se encaminha para o lançamento daquele que se espera ser o melhor e mais inovador iPhone que a Apple terá produzido desde a primeira versão lançada no mercado em 2007.

Segundo algumas fontes, a Apple já começou a enviar às operadoras a data da Keynote onde será apresentado o iPhone 8. Estas informações às operadoras é fulcral para estas prepararem as reservas e lançamento de pacotes promocionais que tenham estes iPhones como elemento de destaque. Assim, as operadoras preparam também as suas encomendas à Apple para fazer frente aos pedidos dos seus clientes.

Novidades como pipocas

É verdade que as novidades parecem não abrandar. Se durante muito tempo os rumores apontavam para que o botão Home desaparecesse da frente do ecrã e passasse para trás, essa informação, nos últimos tempos, parece ter sido posta de lado. Supostamente a Apple conseguiria inserir no novo ecrã OLED o Touch ID e assim continuar a ter este recurso de segurança no ecrã do iPhone 8.

 

Face ID (Pearl ID…) a revolução na segurança do iPhone

Relembramos que a Apple poderá colocar no seu novo iPhone uma tecnologia que alguns analistas chamaram de “revolucionária”. Isto porque consiste em três módulos: um módulo de câmara frontal com funcionalidades padrão, um módulo de transmissão infravermelho e um módulo de receção de infravermelhos, o que permitirá que o iPhone 8 consiga executar funções de deteção e modelagem em 3D.

Também é possível que a câmara frontal ofereça suporte a gravação de vídeo de 4K, a 60 frames por segundo. Estas informações foram encontradas no firmware do HomePod, embora que possa haver aqui algumas “incertezas” sobre as especificações exatas.

Cores e armazenamento

Também estão a ser avançadas algumas outras informações relacionadas com as cores que poderão ser disponibilizadas assim como a capacidade de armazenamento colocado à escolha do consumidor.

A nova estrutura em vidro na traseira poderá agora ter como cores o preto, o prateado, o dourado (Copper ou Blush Gold?) e isto nos modelos de 64GB, 256GB, e 512GB de capacidade de armazenamento. O novo processador será o A11, 3G de RAM e ecrã OLED de 5,8 polegadas “ponta a ponta”.

 

Preço e disponibilidade

Segundo os últimos “rumores” lançados pelos analistas do mercado tecnológico, o iPhone 8 terá um preço base a rondar os 1000 dólares.

Assim, teremos a apresentação no dia 12 de setembro e este começará a ser disponibilizado ao público no dia 22 de setembro.

 

Fonte: Pplware

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Como usar a ferramenta Lupa no iPhone

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A malta não vai para nova e os olhos começam a precisar de ajuda em alguns cenários onde as letras são pequenas e acreditem, as letras começam a ser mesmo cada vez mais pequenas. Por algum motivo os smartphones trazem muitas ferramentas de acessibilidade, entre elas, no iOS em particular, há uma Lupa.

Mas então como “chamamos” a Lupa para usar no dia-a-dia? É simples e vamos mostrar a todos os proprietários de um iPhone (com iOS 10 e iOS 11) como tirar proveito dessa ferramenta.

Imagem a usar a Lupa no iPhone

 
Muitas vezes faz-nos falta uma lupa para podermos ampliar determinadas letras ou pormenores que a olho nu já não conseguimos ver. Mesmo com uma visão esplêndida, há limites para a nossa visão e nunca é demais termos um auxiliar ali à mão. Para esses e para muitos outros a quem a vista já apela à ajuda, a Apple contempla no seu sistema operativo móvel uma Lupa.

 

Usar a Lupa no iOS

Os exemplo que vamos deixar basicamente na fase de ativação não sofreu nenhuma alteração do iOS 10 para o iOS 11. Apenas no iOS 11 há agora uma nova forma de invocar a Lupa a partir da Central de Controlo que iremos mais à frente explicar.

Para já vamos a Definições > Geral > Acessibilidade > Lupa e ativamos este recurso. Se ler o que diz abaixo da Lupa entenderá a forma de ativar.

Dentro da Acessibilidade irá encontrar a opção Lupa e dentro poderá ter a opção que ativa esta ferramenta.

Ative, deslocando o slide para a direita e repare no texto logo por baixo da opção. Diz que “Esta funcionalidade permite-lhe usar a câmara do seu dispositivo como uma lupa”. Depois de ativar esta opção, carregue três vezes no botão principal para ativar a lupa.

Nada mais fácil, depois de clicar 3 vezes no botão principal irá abrir uma janela como a imagem abaixo:

 

E no iOS 11?

No iOS 11 poderá ter o mesmo caminho para ativar a ferramenta, ter os mesmos 3 toques no botão principal mas a Apple colocou agora um atalho para ativar a lupa:

Para colocar este ícone na Central de Controlo vamos a Definições > Central de controlo > Personalizar e cá dentro adicionamos ao menu Incluir a ferramenta Lupa. Depois, no ecrã do iPhone, invocamos a Central de Controlo e ativamos a opção no ícone da Lupa, tal como vemos na imagem em cima à direita.

 

Fonte: Pplware

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A simples troca de ecrã pode colocar o seu smartphone em risco

  • Publicado em iPhone

Se há azares que são quase certos de acontecerem a quem usa um smartphone, a quebra do ecrã é um deles. Com extrema facilidade este problema pode acontecer e, muitas vezes, em mais que uma ocasião.

Se a resposta mais normal é substituirmos o ecrã, mesmo que em locais não oficiais e não recomendados, este simples processo pode colocar os seus dados em risco, segundo alguns investigadores descobriram agora.

Se na maioria dos casos os ataques aos smartphones e outros equipamentos são feitos com recurso a software ou outro malware que explora vulnerabilidades dos sistemas operativos, há agora novas formas que olham para o hardware e o tentam explorar de formas pouco usuais.

Foi precisamente isso que investigadores da Universidade de Ben-Gurion descobriram, ao provarem que uma simples alteração ao ecrã de um smartphone pode levar a que dados dos utilizadores sejam roubados e que muito mais possa ser retirado dos smartphones.

Tudo passa pela adição de um chip ao ecrã do smartphone, não lhe alterando a aparência, o que depois leva a que este consiga interagir com o sistema operativo, abrindo a porta ao roubo de informação. Segundo os investigadores, e mesmo não tendo sido testado, esta falha poderá ser explorada noutras plataformas, não havendo razão não para acreditar que não possa afetar o iOS e o iPhone.

O que é alterado no smartphone

Para conseguirem esta alteração, apenas tiveram de alterar o ecrã de um normal smartphone e adicionar um chip a este. Coma alteração ficam capazesde realizar um ataque chip-in-the-middle, tendo de imediato acesso aos smartphone.

Daqui o passo seguinte é simples, explorando vulnerabilidades no driver que realiza a comunicação com o sistema operativo do smartphone. Os utilizadores não se vão conseguir aperceber do ataque e muitas vezes nem os sistemas de proteção dos próprios sistemas operativos.

Como é realizado o ataque

Apesar de requerer o acesso físico ao smartphone, num momento inicial, para a instalação do ecrã alterado, este é um processo que acontece com demasiada frequência. Isto torna mais real a possibilidade destes ataques acontecerem, apesar de ter sido provado apenas de forma académica.

Que dados podem ser roubados

De acordo com os investigadores as hipóteses são muitas. Depois de conseguido o acesso podem ser capturadas imagens dos utilizadores, registados os códigos de desbloqueio e outros toques no ecrã, recolhida informação das aplicações, que são enviadas aos atacantes, ou direcionar os utilizadores para sites de phishing, simulando toques no ecrã, e onde depois outras vulnerabilidades podem ser exploradas.

Apesar de por agora o hardware usado ser ainda muito volumoso, esta poderá ser uma forma de ataque que pode ser explorada no futuro próximo, com as devidas adaptações. É por isso necessária atenção especial sempre que tiverem os vossos equipamentos a reparar pois qualquer loja pode estar a colocar em risco os vossos equipamentos e os vossos dados.

 

Fonte: Pplware

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