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Wozniak afirma que a Apple ainda estará ativa em 2075

Já há algum tempo que Steve Wozniak, o lendário co-fundador da Apple, não dava o ‘ar da sua graça’. Mas isso mudou e Woz, como é carinhosamente designado, veio agora afirmar que a Apple ainda estará ativa em 2075, juntamente com outras empresas gigantes como a Google e o Facebook.

 

 

Parecia muito calado mas Wozniak ainda tem andado atento e analisado cautelosamente o mundo das tecnologias.

Em entrevista ao USA Today, na passada sexta-feira, o co-fundador da Apple afirma que a Apple ainda estará ativa no ano de 2075, assim como outras empresas como a Google e o Facebook.

Segundo Wozniak:

"Apple will be around a long time, like IBM (which was founded in 1911). Look at Apple’s cash ($246.1 billion, as of the end of its last fiscal quarter). It can invest in anything. It would be ridiculous to not expect them to be around (in 2075). The same goes for Google and Facebook."

Esta foi uma previsão mencionada durante o evento Silicon Valley Comic Con, cujo tema deste ano era “The Future of Humanity: Where Will We Be in 2075?”

 

                                   Steve Wozniak e Steve Jobs em 1976

 

Segundo Wozniak, quando a empresa foi criada, em 1976 juntamente com Steve Jobs, ambos ficaram com a noção de que a marca iria existir e manter-se para sempre.

As previsões de Wozniak não são um fenómeno recente uma vez que este já havia visionado, em 1982, que os laptops iriam surgir no mundo da tecnologia.

Wozniak deixou ainda outras previsões para 2075 como o surgimento de novas cidades, nomeadamente localizadas no deserto; a influência da inteligência artificial onde os consumidores irão interagir com coisas como paredes e chão inteligente; e o povoamento do planeta Marte.

Concordam com a previsão de Steve Wozniak?

 

Fonte: Pplware

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Se usou um iPhone entre 2009 e 2012 poderá ter dinheiro a receber

Há casos na justiça em que o tempo de resolução é tanto que os “lesados” até se esquecem, ou já nem percebem, porque se tornou num caso de justiça. Assim é o caso de quem descarregou para um dispositivo Apple determinadas aplicações entre o ano de 2009 e 2012. Sim, se nessa altura descarregou apps populares como o Twitter ou o Instagram, então poderá ter dinheiro a receber.

Calma, não pense já no modelo do seu novo carro. Vamos perceber de onde aparecem os 533 milhões de dólares para os utilizadores.

 

 

Find Friends… a app que invadiu a sua privacidade

Se descarregou alguma das populares apps, como o Yelp ou o Twitter através de um dispositivo Apple, entre o ano de 2009 e 2012, então poderá estar na fila para receber um pequeno pagamento devido a uma proposta de resolução de privacidade revelada em documentos judiciais esta semana.

Este acordo, revelado nos documentos do tribunal federal de São Francisco, na passada segunda-feira, revela que oito empresas – Instagram, Foursquare, Kik, Gowalla, Foodspotting, Yelp, Twitter e Caminho – terão de contribuir com 5.3 milhões de dólares para um lote de pagamentos a distribuir por determinados utilizadores. O valor acordado será distribuído através de créditos na Amazon.com ou através de cheque, a serem pagos provavelmente até final deste ano.

 

 

 

Mas a que se refere este acordo?

Esta proposta de acordo para pagamento faz parte de um processo de privacidade que começou em 2012, quando um grupo de consumidores processaram este naipe de empresas do segmento das redes sociais e de mensagens – onde está incluída a própria Apple – por uso indevido de um recurso iOS chamado “Find Friends”.

Como o nome sugere, “Localizar amigos” permite que os utilizadores possam descobrir rapidamente se algum dos seus contactos está a usar a mesma aplicação. Contudo, os proprietários destas aplicações violaram a privacidade dos utilizadores ao não informar de que a app “Localizar Amigos” iria transferir as listas de contactos do utilizador para os servidores da empresa.

 

 

Processos que se arrastam na justiça…

Desde essa altura, e já lá vão quase 5 anos, as empresas têm lutado contra este processo, alegando que o armazenamento das listas de contactos dos utilizadores no servidor era necessário para a ferramenta “Encontrar Amigos” funcionar. Mas o juíz distrital Jon Tigar refutou tal justificação, dizendo que as empresas deveriam ter sido mais explícitas e explicar aos utilizadores o que estavam a fazer.

O juíz deve aprovar esta proposta de acordo e, se assim for, o caso fica apenas com a Apple e o LinkedIn como as únicas empresas entre os 18 réus originais que ainda fazem parte do caso.

 

 

E os consumidores, quanto irão receber?

Quanto aos consumidores, ninguém vai ficar rico a partir da liquidação, pois há provavelmente milhões de pessoas que descarregaram as apps em causa durante o período de tempo descrito nos documentos do tribunal. Mas como muitos dos utilizadores elegíveis nunca irão reclamar o dinheiro é provável que os que reclamarem ainda possam receber uns dólares.

 

Como podemos reclamar?

Para saber se é um dos utilizadores que está na lista das pessoas que têm direito a esta “indemnização”, deverá ir a esta informação de perguntas e respostas e reivindicar os seus direitos. Leia os termos para perceber o que tem direito a reclamar.

 

Fonte: Pplware

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Galaxy S8 vs iPhone 7 Plus… qual o mais rápido?

Desde que foi lançado, o iPhone 7 Plus sempre foi considerado o smartphone mais poderoso do mercado e em alguns casos até 2x mais rápido que alguns dos melhores Androids.

Agora, com a chegada do novo Galaxy S8 (cerca de 7 meses depois do lançamento do iPhone 7 Plus), a questão é saber se o novo smartphone da empresa sul-coreana bate o smartphone da Apple.

De um lado o poderoso iPhone 7 plus com 3GB de RAM e com o SoC A10 da própria Apple. Do outro lado o novíssimo S8, com 4 GB de RAM e com um SoC Snapdragon 835. Para saber qual o mais rápido, o canal Everything Apple Pro colocou lado a lado os dois smartphones e realizou um conjunto de testes.

Galaxy S8 vs iPhone 7 Plus… quem ganha?

Os responsáveis do site Everything Apple Pro realizaram um conjunto de testes que vão desde o simples abrir e fechar aplicações como testes ao nível de processamento single-core e multi-core. Veja o vídeo e saiba qual o smartphone mais rápido.

 

De acordo com os testes realizados, o iPhone 7 Plus supera o Galaxy S8 no processamento com um único núcleo (quase o dobro da pontuação), mas perde no processamento com vários núcleos. No teste de abrir e fechar aplicações o iPhone 7 Plus é mais rápido que o Galaxy S8. Com apenas 3GB de RAM, contra os 4 GB de RAM do Galaxy S8, o equipamento da Apple consegue levar a melhor sobre o equipamento da Samsung, provavelmente por questões de optimização do iOS. 

Qual a sua opinião relativamente aos resultados obtidos?

Fonte: Pplware

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E se o iPhone se transformasse no touchpad do MacBook?

Os utilizadores dos produtos e serviços da Apple conhecem bem a forma, quase perfeita, do ecossistema da empresa de Cupertino. Mas esta interação poderá mudar em breve e tornar-se mais física.

Uma nova patente da Apple revela que há intenção de ligar o iPhone, o iPad e o MacBook num só.

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O pedido de patente, registado pela Apple em setembro de 2016, foi hoje publicado no US Patente & Tradmark Office. Nesta patente é possível perceber que a Apple está a estudar a possibilidade de criar encaixes numa espécie de MacBook para o iPhone e para iPad.

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O iPhone poderá vir a assumir o lugar do trackpad. Desta forma poderia servir para controlar o computador, ou de uma outra forma, ser o ecrã do portátil em espelho no iPhone.

Já no caso do iPad, a posição que assumiria seria a do ecrã do portátil, algo que até causa alguma estranheza tendo em consideração os acessórios, nomeadamente o teclado, que o iPad já possui, mas a verdade é que uma estrutura mais robusta seria mais produtiva e ergonómica para o utilizador.

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Evidentemente que esta patente em nada significa que o próximo MacBook permita a acoplação de algum destes gadgets, ou que venha a ser lançada alguma dock específica para tal. Mas não deixa de ser interessante conhecer aquilo em que a Apple estará a trabalhar.

Fonte: Pplware
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Apple lançou novo iPad e iPhone 7 (PRODUCT)RED

A Apple volta a mexer no seu portefólio e desta vez apresenta duas alterações nas suas linhas. Hoje chegam novidades no segmento do iPad e iPhone.

Há poucos minutos a empresa de Cupertino anunciou a chegada de mais um iPad, com 9,7 polegadas, ecrã Retina e uma maior performance. Os iPhone 7 e 7 Plus ganham também uma nova edição, (PRODUCT)RED.



Novo iPad de 9,7 polegadas

Foi sem qualquer pompa ou circunstância que a Apple lançou hoje o seu mais recente iPad. Este tem 9,7 polegadas e traz todas as características que podíamos encontrar nos modelos anteriores. Apresenta algumas melhorias no “tradicional” tamanho de ecrã de 9,7 polegadas. Este é agora ainda mais brilhante e com melhor definição. O poder de processamento foi também melhorado, contando com o processador A9, dando agora aos utilizadores processamento mais rápido e uma melhor performance gráfica.

Estas características, associadas à bateria que tem uma duração de um dia, torna-o no equipamento perfeito para a uma verdadeira portabilidade. A presença do Touch ID garante que este iPad tem os elevados padrões de segurança exigidos.



O seu corpo de alumínio garante-lhe um peso de apenas 479 gramas, o que lhe dá uma mobilidade enorme. As câmaras são do mesmo nível que a Apple nos habitou, com uma frontal de 1,2 MP FaceTime e na traseira uma de 8 MP.

Este novo iPad estará disponível para venda em mais de 20 países, nas cores prata, ouro e space grey, a partir do dia 24 de março. Portugal deverá receber este novo modelo em abril, junto de mais países.

iPhone 7 e iPhone 7 Plus edition (PRODUCT)RED



Uma surpresa foi o lançamento desta linha de produtos, já conhecida da oferta Apple, mas que nunca tinha sido vinculada aos iPhones.

Porquê esta linha de iPhone 7 e iPhone 7 Plus em vermelho?

Nos últimos 10 anos, a Apple desenvolveu actividades no âmbito da sua parceria com o programa (RED), programa que tem apoiado várias acções de luta contra o VIH/SIDA através de aconselhamento, despistagem e fornecimento de medicamentos para impedir a transmissão do VIH da mãe para o feto. Segundo a empresa, já foram angariados mais de 130 milhões de dólares com a venda dos produtos (RED).

Assim, a Apple apresenta agora o iPhone 7 (PRODUCT)RED™ Special Edition. Cada venda representa um passo importante na criação de uma geração livre de SIDA.

Os preços iPhone 7 começam em 889€ e para o modelo iPhone 7 Plus o preço começa nos 1029€. Esta linha poderá já ser encomendada a partir do dia 24 deste mês.

Fonte: Pplware
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Aplicação da Google permite escolher qual imagem é o principal das "Live Photos"

A Google lançou uma nova atualização para a sua aplicação "Motion Stills" que melhora as "Live Photos" permitindo escolher qual imagem pode ser usado com principal.

Muitas vezes a melhor imagem de uma "Live Photo" não é a imagem usada com principal. Com a aplicação "Motion Stills" pode abrir uma "Live Photo" e selecionar qual a imagem que quer usar como principal e grave-la novamente no rolo de câmara do iPhone.

Novidades nesta versão:
A mais recente novidade, poder exportar uma "Live Photo".
Para aqueles que procuram a perfeição, a imagem mostrada é a que quiser escolher.

● Escolha a melhor imagem e exporte a sua Live Photo.
● Seleção de texto melhorada.
● Suporta GIFs de alta qualidade.

Pode fazer o download da aplicação Motion Stills da App Store gratuitamente.

DOWNLOAD



Fonte: iClarified
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Hacker diz ter roubado dados da empresa que “abriu” iPhone 5C

O caso foi muito badalado no mundo pois colocou frente a frente, num braço de ferro, a Apple e o governo dos Estados Unidos. Na altura, o governo tentou obrigar a empresa de Cupertino a criar uma “falha” de segurança (uma backdoor) no iOS, dada a pressão por parte das agências de segurança em vasculhar o iPhone 5c do terrorista de San Bernardinho.

A Apple negou sempre essa cooperação e isso levou os serviços norte-americanos a contratar uma empresa de Israel para “hackear” o iPhone e assim ter acesso às informações. Agora, segundo consta, essa empresa foi vítima de um ataque hacker.

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Como na altura foi possível acompanhar, a Apple sempre se recusou a criar o “GovtOS” (nome dado ao sistema que a empresa teria que desenvolver com uma falha para haver acesso aos dados). Esta ação poderia ter um efeito dramático no iOS, pois iria criar uma espécie de “chave-mestra” no sistema. Esta tomada de posição poderia, mais tarde ou mais cedo, cair nas mãos erradas, colocando em perigo milhões de utilizadores do iPhone, iPad e iPods touch.

O FBI terá contratado, nessa altura, a empresa israelita Cellebrite que terá conseguido violar a segurança do iPhone 5C e disponibilizado os dados à investigação do acto terrorista.

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Agora, segundo informa a publicação do site Motherboard, em meados de janeiro um hacker roubou 900GB de dados da Cellebrite, sugerindo que a empresa vendeu a sua tecnologia de espionagem ao governo da Turquia, dos Emirados Árabes Unidos e da Rússia.

Parece confirmar-se que de facto esta empresa, especialista em espionagem, foi vítima da sua própria actividade, tendo o hacker responsável pelo roubo publicado o pacote dos ficheiros supostamente desviados e recuperados de dispositivos Android, BlackBerry e iPhone antigos.

"O debate em torno de backdoors não vai desaparecer. Em vez disso, é quase certo que ficará ainda mais intenso já que caminhamos para uma sociedade mais autoritária. É importante demonstrar que, quando se criam essas ferramentas, elas vão acabar por “vazar”. A história deve deixar isso claro."
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              Referiu à Motherboard, o hacker em causa.

 
Mas afinal quem é a Cellebrite?

Em traços gerais, a Cellebrite é uma empresa especializada na extração de dados de smartphones tendo como principais clientes as agências de inteligência. O produto que afamou a empresa foi o Universal Forensic Extraction Device (UFED), uma peça de software que quando instalado num determinado dispositivo próprio e ligado a um telefone, tem a capacidade de extrair SMS, e-mails, dados privados e muito mais.

Os dados publicados revelam ainda que as forças policiais e as outras agências de segurança norte-americanas gastaram milhões de dólares na tecnologia comercializada pela Cellebrite.

Alegadamente, os dados foram roubados pelo hacker de um servidor remoto da empresa, extraindo-os das imagens UFED. Os ficheiros estavam criptografados, mas tudo foi devidamente resolvido por ele.

Das várias informações que deixou, o hacker referiu ter notado que muitos dos códigos relacionados ao sistema operativo móvel da Apple são similares aos utilizados pela comunidade jailbreak.

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Mas serão legítimos os dados publicados?

O investigador de segurança Jonathan Zdziarski, depois de analisar a informação, confirma o que foi afiançado pelo hacker, e concordou também com a avaliação feita em que é referido haver alguns ficheiros do iOS praticamente idênticos às ferramentas criadas e usadas pela comunidade jailbreak, incluindo versões remendadas do firmware da Apple projectadas para quebrar mecanismos de segurança nos iPhones mais antigos.

 

Cellebrite desvaloriza totalmente

Em sua defesa, a Cellebrite declarou ao site Motherboard que “os ficheiros referenciados são parte do pacote distribuído para as aplicações e estão disponíveis para os nossos consumidores”, e que “eles não incluem nenhum código-fonte”. Mas ao que parece, o pacote divulgado contém muitos mais dados.

 

Ataque dá razão à Apple

Este ataque vem dar razão à Apple quando esta referia que, ao criar o tal buraco de segurança no seu sistema operativo móvel, mais tarde ou mais cedo alguém haveria de roubar essa informação e poderia ser catastrófico para os desígnios da empresa.

Fonte: Pplware
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Apple voltou a bater recordes de vendas graças ao iPhone 7

As venda da Apple têm, nos últimos meses, baixado de forma pouco normal. Os resultados trimestrais estavam abaixo das expectativas e a empresa precisava de os contrariar.

Esses tempos menos positivos da Apple parecem ter finalmente desaparecido. Os mais recentes dados, referentes ao primeiros trimestre do ano fiscal de 2017, mostram que as vendas do iPhone voltaram a bater recordes e a Apple terá voltado aos seus tempos de glória.

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Foi há pouco que a Apple apresentou ao público os seus números de vendas, referentes ao primeiro trimestre de 2017. Este é o período que engloba as vendas de Natal e, normalmente, os números são mais elevados. Os analistas previam vendas pouco significativas, mas a verdade é que os números mostram uma realidade bem diferente. O iPhone 7 vendeu muito e isso trouxe resultados muito positivos para a Apple.

No total dos valores apresentados, a Apple voltou a crescer. A sua receita foi de 78,4 mil milhões de dólares e os lucros atingiram os 18,4 mil milhões de dólares. Ambos os valores mostram um crescimento da Apple face ao ano anterior.

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Os novos recordes de vendas do iPhone

No campo dos dispositivos móveis, onde a Apple apostou forte com o iPhone 7 e o iPhone 7 Plus, os números são impressionantes. Ao todo foram vendidos 78,3 milhões de iPhones, representando um aumento de 5% face ao mesmo período de 2016, quando foram vendidos 74,8 milhões de dispositivos.

Este foi o primeiro trimestre completo em que o iPhone 7/7Plus esteve à venda e onde também as vendas de Natal ajudaram.

As prestações dos novos MacBook Pro tiveram impacto positivo

Na área dos computadores pessoais, onde a Apple vinha a ter números cada vez mais baixos, a subida foi feita à custa dos novos MacBook Pro. Foram vendidos 5,37 milhões de Macs, o que representa uma pequena subida de 1,4% face a 2016. Sem qualquer dúvida que os novos MacBook Pro ajudaram a este crescimento, que ainda assim é tímido.

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O iPad, outro ícone da marca, teve neste trimestre uma quebra. Foram vendidas 13,1 milhões de unidades, o que representa uma quebra de 19% face ao primeiro trimestre de 2016. Esta descida, neste trimestre, fecha um ciclo de 3 anos consecutivos de diminuição de vendas.

O Apple Watch continua a ser um sucesso

A área onde a Apple engloba as vendas do Apple Watch é sempre apresentada como um todo e não permite distinguir as vendas deste gadget da Apple. Mas Tim Cook, durante a apresentação dos resultados referiu que as vendas do Apple Watch voltaram a bater recordes, mas sem referir qualquer número de vendas.

Os restantes produtos, onde podemos encontrar os Beats, o iPod, a Apple TV e os restantes acessórios, tiveram perdas nas vendas, levando a que está área não crescesse.

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Os serviços são a grande aposta da Apple

Para além de todos os produtos que a Apple vende, é na área de serviços que a empresa consegue sempre bons resultados. Este trimestre não foi diferente e as vendas do iCloud, Apple Music, App Store e restantes serviços voltaram a apresentar valores muito elevados. A Apple apresentou vendas nesta área de 7,17 mil milhões de dólares de receitas, o que representa um novo recorde.

Estes novos números da Apple eram esperados para mostrar como os consumidores tinham aderido aos produtos da Apple e como a empresa estaria a conseguir contornar os números de vendas dos trimestres anteriores. Como se pode ver não poderia ter corrido melhor para a Apple e os novos iPhones provaram que são um sucesso.

Fonte: Pplware
 
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Apple, o maior concorrente do iPhone 7 é o iPhone 6s?

A Apple tem preparada para a próxima semana a apresentação de resultados onde vão estar incluídos os números das vendas do período do Natal. Espera-se que aí se possam ver, finalmente, as prestações do iPhone 7 e como conseguiu cativar os consumidores.

Se tudo indica que esses vão ser números elevados, os analistas têm opiniões diferentes e revelam que, provavelmente, os campeões de vendas neste Natal foram o iPhone 6s e até o iPhone 6.

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Quando a Apple apresentou o iPhone 7, revelou um equipamento único e com as melhores especificações do mercado. Os planos para esta novidade eram elevados e esperava-se que voltasse a conquistar o mercado, levando a empresa a recuperar algum do controlo que tinha perdido ao longo do ano.

A opção recaiu sobre o iPhone 6s

A verdade é que agora os analistas voltam a colocar o iPhone 7 numa posição pouco confortável e revelam que, provavelmente, o grosso das vendas da Apple terá assentado em modelos mais antigos, como o iPhone 6s e o iPhone 6.

Os dados que vão ser apresentados irão revelar que o preço médio de venda dos smartphones da Apple terá baixado novamente, mostrando assim que a escolha terá recaído nos modelos mais antigos. Esta é a convicção de Mark Moskowitz, analista do Barclays, e que terá sido transmitida aos clientes.

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As razões da preferência pelo iPhone 6s

Tal como se espera, as vendas durante a época das festas devem ter disparado, mas o que os analistas mostram é que não existiu um factor de novidade que tenha convencido os consumidores. O grau de inovação nos equipamentos é já tão elevado que as novidades entre versões acabam por não ser relevantes.

Recent smartphone customers increasingly are opting for the iPhone 6S. We detect increasing concern among industry participants that smartphones in general have evolved technologically to become more than good enough to serve most users’ digital needs over multiple years or until the device breaks.

A somar a esse factor existe ainda a expectativa sobre o que a Apple apresentará no ano do 10º aniversário do iPhone. Este novo equipamento está a cativar o interesse dos consumidores, levando-os a esperar pela sua chegada e a optar por não trocar mais cedo de smartphone.

Fonte: Pplware
 
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